Criopreservação - InVida Medicina Reprodutiva
Menu Menu
InVida Medicina Reprodutiva Em associação com Invida em associação com o Hospital Sírio-Libanês

Criopreservação



O que pode ou não ser congelado

A técnica de congelamento que mantém espermatozoides, óvulos e embriões a uma temperatura de 196°C negativos não só é permitida, como é muito usada no Brasil. Serve para manter a integridade celular em pacientes com câncer que vão passar por quimioterapia ou radioterapia, e também para permitir que mulheres garantam óvulos jovens – e de boa qualidade – caso queiram adiar a gravidez para depois dos 35 anos.

Outra utilização é para guardar embriões que sobram de ciclos de reprodução assistida. Nesse caso, é importante que o casal determine previamente o que fazer com eles em caso de divórcio, ou morte de uma das partes.

Outro ponto a ser observado é a faculdade que a lei oferece a parceiros que queiram usar espermatozoides e óvulos congelados de parceiros que já faleceram, desde que a permissão tenha sido expressamente manifestada no momento do congelamento.

Também a lei diz que é permitido descartar ou doar para pesquisas científicas os embriões que estejam há mais de cinco anos congelados.

O que diz a lei:

Criopreservação de gametas ou embriões

1 – As clínicas, centros ou serviços podem criopreservar espermatozoides, óvulos, embriões e tecidos gonádicos;

2 – O número total de embriões produzidos em laboratório será comunicado aos pacientes para que decidam quantos embriões serão transferidos a fresco, devendo os excedentes, viáveis, serem criopreservados;

3 – No momento da criopreservação, os pacientes devem expressar sua vontade, por escrito, quanto ao destino que será dado aos embriões criopreservados, que em caso de divórcio, doenças graves ou falecimento de um deles ou de ambos, e quando desejam doá-los;

4 –Os embriões criopreservados com mais de cinco anos poderão ser descartados se esta for a vontade dos pacientes, e não apenas para pesquisas de células-tronco, conforme previsto na lei de Biossegurança.

Reprodução assistida post mortem Não constitui ilícito ético a reprodução assistida post mortem desde que haja autorização prévia específica do(a) falecido(a) para o uso do material biológico criopreservado, de acordo com a legislação vigente.