Implantação de embriões - InVida Medicina Reprodutiva
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Implantação de embriões



Gêmeos, trigêmeos ou mais bebês representam um risco grande, tanto para a gestante, quanto para as crianças, já que o corpo humano foi feito para o desenvolvimento de um único feto de cada vez.

Por isso, como forma de proteger a saúde das mulheres, o Conselho Federal de Medicina impôs um limite de transferência para cada idade, considerando que as mais novas têm mais chances de engravidar do que as mais velhas, e também, que hoje é possível checar com mais eficiência a qualidade dos embriões, o que aumenta as chances de gravidez.

Se ocorrer uma gravidez múltipla por desrespeito a essa recomendação do Conselho, é impossível fazer a chamada redução embrionária, em que um ou mais fetos são impedidos de se desenvolverem. Isso é reconhecido como aborto, que é crime no Brasil.

Também fica clara a proibição de se escolher o sexo da criança por meio de diagnóstico pré-implantacional (PGD). Isso só pode ser feito quando houver suspeitas de alterações genéticas herdadas apenas para um determinado sexo.

O que diz a lei:

Implantação de embriões, uso em pesquisa e redução embrionária

1 – As técnicas de reprodução assistida não podem ser aplicadas com a intenção de selecionar o sexo (presença ou ausência de cromossomo Y) ou qualquer outra característica biológica do futuro filho, exceto quando se trate de evitar doenças ligadas ao sexo do filho que venha a nascer.

2 – É proibida a fecundação de oócitos humanos com qualquer outra finalidade que não a procriação humana.

3 – O número máximo de oócitos e embriões a serem transferidos para a receptora não pode ser superior a quatro. Quanto ao número de embriões a serem transferidos, faz-se as seguintes recomendações:
a) mulheres com até 35 anos: até dois embriões;
b) mulheres entre 36 e 39 anos: até três embriões;
c) mulheres entre 40 e 50 anos: até quatro embriões;
d) nas situações de doação de óvulos e embriões, considera-se a idade da doadora no momento da coleta dos óvulos.

7 – Em caso de gravidez múltipla, decorrente do uso de técnicas de reprodução assistida, é proibida a utilização de procedimentos que visem à redução embrionária.