Quero Ser Doadora de Óvulos - InVida Medicina Reprodutiva
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InVida Medicina Reprodutiva Em associação com Invida em associação com o Hospital Sírio-Libanês

Programa inVIDA de Ovodoação

O programa Invida de Ovodoação procura alinhar receptoras e doadoras

Quero ser Doadora:
Desejo realizar ovodoação compartilhada

Sobre o programa

O primeiro passo para entrar no programa de doação compartilhada de óvulos é passar por uma avaliação com um dos nossos especialistas em reprodução humana. Nesta consulta, além de exame físico e avaliação de exames complementares, o médico irá orientá-la sobre o processo de ovodoação.

Não há custos para a fertilização in vitro da paciente doadora, porém os exames diagnósticos, procedimentos cirúrgicos para obtenção de espermatozóides (no caso de homens vasectomizados ou que não tenham espermatozóides no ejaculado), congelamento de embriões, se necessário, ficam por conta da doadora.

Agende uma consulta sem custo.

Quem pode doar

No programa inVida de Doação Compartilhada de Óvulos, a paciente com idade limite de 35 anos que precisa de fertilização in vitro para engravidar pode compartilhar seus óvulos com uma paciente receptora que necessita de óvulos para engravidar. Seguindo e sempre em acordo com as determinações do Conselho Federal de Medicina, o programa oferece a mulheres a possibilidade de doar e ajudar.

Entenda o procedimento

A doadora é estimulada a produzir muitos folículos, como ocorre em um preparo tradicional de Fertilização in vitro, e a receptora também é estimulada para ter seu endométrio aumentado a fim de receber o embrião. A transferência e os cuidados após o procedimento são os mesmos exigidos em uma Fertilização in Vitro – FIV

Clínica de Fertilização InVida

A clínica de reprodução humana InVida, associada ao Hospital Sírio Libanês, é especializada no tratamento da infertilidade masculina e feminina e preservação da fertilidade. Conheça nossa equipe.

O que diz a lei

A técnica é segura e tem sido usada a cada dia com mais frequência. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina, órgão que regulamenta essas questões, prevê sigilo absoluto em todo o processo e é bastante rígido na fiscalização de sua aplicação. É proibido, por exemplo, comercializar óvulos ou haver vínculo de parentesco entre doadora e receptora.

Além disso, para garantir o sigilo, a doadora assina termos legais concordando que, apesar de portar material genético seu, o filho é do casal que o gerou. A doadora, na verdade, nunca ficará sabendo para quem foram seus óvulos. Em casos extremos de saúde, apenas o médico que fez o tratamento terá acesso a seus dados, mas sua identidade será sempre preservada.

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Perguntas Frequentes

Quantas vezes posso doar óvulos?

Não existe um número limite de ciclos de doação de óvulos por paciente, se bem o mesmo deve ocorrer sempre que a doadora esteja também em tratamento para fertilidade. O número de doações dependerá de alguns fatores avaliados no primeiro ciclo realizado pela doadora.

A Doação de óvulos tem efeitos secundários?

A doação de óvulos funciona da mesma forma que o tratamento de fertilização in vitro para própria paciente. A diferença é que os óvulos obtidos no processo são compartilhados com a receptora. O procedimento não antecipa a menopausa por aumentar o número de óvulos obtidos em 1 ciclo.

Poderei ter filhos futuramente se doar óvulos?

A doação de óvulos em si, o procedimento, não impede futuras gestações. No Brasil, a doação só pode ocorrer se for compartilhada. Ou seja, no mesmo ciclo em que ocorre a doação, a doadora também está realizando seu próprio tratamento para engravidar.

Posso saber a identidade das crianças nascidas através da reprodução assistida por meio de doação de óvulos?

Não. A doação é anônima. A doadora não saberá a identidade da receptora e assim não saberá a identidade dos filhos.

Quem realiza a seleção da doadora de óvulos?

A seleção é feita pelo médico especialista em reprodução assistda, que faz uma triagem de doenças e risco genético. Após a seleção, é feito um pareamento que busca características físicas e tipagem sanguínea compatível com a receptora. A doadora tem que ter até 35 anos.

Posso manter relações sexuais durante o tratamento?

Sim. Durante a estimulação dos ovários, é possível que a paciente sinta desconforto pélvico pelo aumento do volume ovariano, o que poderia tornar a relação sexual dolorosa, mas sim.

Tenho que ser internada para realizar a punção folicular?

Sim. A punção folicular é feita em ambiente cirúrgico sob sedação. A alta hospitalar é no mesmo dia após algumas horas de recuperação.

Em que consiste o tratamento?

O crescimento do folículo é estimulado com medicações de uso subcutâneo. É realizado um controle ultrassonográfico para acompanhar o crescimento folicular. No momento ideal, a paciente é submetida a uma punção folicular para obtenção dos óvulos. Os óvulos obtidos são compartilhados entre a doadora e receptora para serem fertilizados com o sêmen de seus respectivos parceiros. Quais os riscos que corro se doar óvulos? Os riscos são os mesmo do tratamento de fertilização in vitro: sangramento na punção, infecção após a punção e síndrome da hiperestimulação ovariana.

Posso doar se usar contraceptivos?

Os contraceptivos hormonais devem ser suspensos antes de iniciar a estimulação ovariana.

No Brasil, o que diz a lei sobre a doação de óvulos?

A Resolução de 2015, do CFM (Conselho Federal de Medicina) é bem clara, e é a base para nortear as atividades da clínicas quanto à ovodoação, e segue um resumo da mesma: 1- A doação não poderá ter caráter lucrativo ou comercial. 2- Os doadores não devem conhecer a identidade dos receptores e vice-versa. 3- A idade limite para a doação de gametas é de 35 anos para a mulher. 4- Será mantido, obrigatoriamente, o sigilo sobre a identidade dos doadores de gametas e embriões, bem como dos receptores. Em situações especiais, informações sobre os doadores, por motivação médica, podem ser fornecidas exclusivamente para médicos, resguardando-se a identidade civil do(a) doador(a). 5- As clínicas, centros ou serviços onde é feita a doação devem manter, de forma permanente, um registro com dados clínicos de caráter geral, características fenotípicas e uma amostra de material celular dos doadores, de acordo com legislação vigente. 6- Na região de localização da unidade, o registro dos nascimentos evitará que um(a) doador(a) tenha produzido mais de duas gestações de crianças de sexos diferentes em uma área de um milhão de habitantes. 7- A escolha dos doadores é de responsabilidade do médico assistente. Dentro do possível, deverá garantir que o(a) doador(a) tenha a maior semelhança fenotípica e a máxima possibilidade de compatibilidade com a receptora. 8- Não será permitido aos médicos, funcionários e demais integrantes da equipe multidisciplinar das clínicas, unidades ou serviços, participarem como doadores nos programas de RA. 9- É permitida a doação voluntária de gametas masculinos, bem como a situação identificada como doação compartilhada de oócitos em RA, em que doadora e receptora, participando como portadoras de problemas de reprodução, compartilham tanto do material biológico quanto dos custos financeiros que envolvem o procedimento de RA. A doadora tem preferência sobre o material biológico que será produzido.

Histórias Invida

Conheça a emocionante história da Priscilla, ovodoadora e paciente da Clínica InVida clicando aqui.