Quero Ser Receptora de Óvulos - InVida Medicina Reprodutiva
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InVida Medicina Reprodutiva Em associação com Invida em associação com o Hospital Sírio-Libanês

Programa inVIDA de Ovorecepção

O programa Invida de Ovorecepção procura alinhar receptoras e doadoras

Quero ser Receptora de Óvulos:
Preciso de óvulos para engravidar

Como funciona

O casal recebe óvulos de uma doadora anônima que é fecundado com espermatozoides do homem e os embriões são transferidos para o útero da mulher. Gravidez, parto e amamentação correm normalmente, permitindo que muitos casais formem sua família mesmo quando isso parecia impossível.

A clínica inVida conta com um banco de dados com características de mulheres dispostas a compartilhar uma parte dos seus óvulos com outras mulheres que necessitem deles para poder engravidar.

Algumas características avaliadas são: idade inferior a 35 anos, cor da pele, cor dos olhos, cor e textura dos cabelos, altura e peso, ascendência familiar (portuguesa, italiana, asiática, etc.), tipagem sanguínea (ABO e Rh), entre outras. Além disso, é realizada uma entrevista para pesquisar doenças psiquiátricas e de transmissão genética. Realizamos também uma análise genética. A receptora tem acesso a fotos da doadora em idade de dois a seis anos.

Importante ressaltar que nossa taxa de gravidez para mulheres com menos de 35 anos, que é o caso de todas as doadoras, é de 60%, considerada excelente.

Em que casos a ovorecepção é indicada

Os ovários podem sofrer lesões sérias em função de endometriose, cirurgias e tratamentos oncológicos, por exemplo. Em outros casos os ovários até estão preservados, mas sem óvulos, como no caso da menopausa ou que possuem uma qualidade baixa a ponto de não serem fertilizados, como em casos de alterações genéticas.

Isso não quer dizer, em absoluto, que estas mulheres não possam ter filhos. A solução para estes e outros casos é recorrer à ovodoação.

O que diz a lei

A técnica é segura e tem sido usada a cada dia com mais frequência. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina, órgão que regulamenta essas questões, prevê sigilo absoluto em todo o processo e é bastante rígido na fiscalização de sua aplicação. É proibido, por exemplo, comercializar óvulos ou haver vínculo de parentesco entre doadora e receptora.

Além disso, para garantir o sigilo, a doadora assina termos legais concordando que, apesar de portar material genético seu, o filho é do casal que o gerou. A doadora, na verdade, nunca ficará sabendo para quem foram seus óvulos. Em casos extremos de saúde, apenas o médico que fez o tratamento terá acesso a seus dados, mas sua identidade será sempre preservada.

 

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